Presidente do Paysandu monta plano para inciar as obras do centro de treinamento este ano



O terreno onde será o centro de treinamento do Paysandu, no bairro das Águas Lindas, em Ananindeua, está abandonado, com mato e além de ser local de descarte de lixo. Mas o presidente bicolor, Ricardo Gluck Paul quer mudar esse cenário e pretende iniciar as obras ainda este ano.

Ricardo Gluck Paul disse que até o momento não possui o dinheiro necessário para a construção, mas que reuniões estão sendo realizadas para viabilizar os trabalhos no terreno com pelo menos dois campos e metade da área administrativa do projeto inicial.

“No momento não temos obras, mas realizamos o planejamento da primeira parte que é a supressão vegetal, terraplanagem, drenagem do terreno e abrir para fazer os campos. O projeto prevê cinco campos de futebol, uma área administrativa grande contendo alojamento. O que pretendemos iniciar agora são dois campos, com metade da área administrativa. tentar entregar esse ano ainda, para ano que vem focar no restante”, disse o presidente, que não adiantou uma data para início das obras.

Para o presidente, a construção de dois campos e a parte da área administrativa ajudaria consideravelmente o Paysandu, já que o clube hoje depende de outros campos para realizar treinamentos.

“A ideia é entregar a metade do projeto que já desafoga de forma considerável a nossa necessidade de campos, já que treinamos em campos alternativos por não ter um campo próprio de treinamento”, contou.

Mas a direção bicolor busca verba de empresas privadas e também de projetos incentivados para a construção do centro de treinamento.

“Temos várias opções para o centro de treinamento, três são bem boas. Estivemos no Rio de Janeiro (RJ) e temos também a captação de recursos, mas não seria incentivado e sim de terceiros. Obviamente se tivermos mais recursos de projetos incentivados, podemos nos encorajar e terminar esse ano ainda”, contou.

O Paysandu tenta viabilizar verbas também para a construção de um museu do clube, através de da Lei Rouanet, que está orçado em quase R$12 milhões e que está sendo monitorado pela diretoria de projetos incentivados.

O LIBERAL
08/02/2019
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