Re-Pa é novidade para a maioria



O clássico de amanhã será novidade para todos os jogadores que devem começar a partida pelo Paysandu. Com o zagueiro Perema machucado, o único a ser relacionado que tem intimidade com o Re-PA é porque estava do outro lado, o atacante Elielton. Curiosamente, o grupo tem alguns jogadores paraenses que conhecem o campeonato estadual, mas não o derby.

O goleiro Paulo Ricardo esteve em alguns Re-Pas quando estava na base, mas desde que se profissionalizou ainda não vestiu a camisa do Paysandu em jogos oficiais. Ano passado ele até se destacou no Parazão, mas defendendo o Bragantino. O mesmo aconteceu com o meia Alan Calbergue. O centroavante Paulo Rangel também é paraense, mas sentirá o gosto do clássico pela primeira vez.

No banco de reservas, o técnico João Brigatti esteve no Remo como jogador e ficou no banco em um clássico. Como auxiliar técnico de Mazola Júnior, em 2014, ele sentiu também o peso de um Re-Pa. Mesmo quem ainda não entrou em campo pelo Paysandu vive a expectativa de ser utilizado.

O atacante Paulo Henrique não tem confirmação ainda de ser relacionado para o confronto, mas mostra confiança em poder ajudar. “Fiz uma boa pré-temporada, estou muito bem, tanto fisicamente quanto tecnicamente. Agora é só esperar a oportunidade aparecer e aproveitar da melhor maneira possível que é fazendo gols”, disse. “Podem esperar muita garra e vontade de todos, a equipe está se entrosando e vamos buscar todos os títulos possíveis que temos no ano”, completou o atacante.

DUELOS DE 2018: Elenco renovado afirma não sentir pressão

Desde final do jogo com o Castanhal domingo passado, os bicolores têm batido em uma tecla só, a de que o elenco atual não carrega a pressão pelas quatro derrotas seguidas de 2018, de que todos estão trabalhando para vencer, mas sem pensar numa escrita recente. “Nós não estamos carregando essa pressão de jogos passados, já que é um grupo diferente. Estamos focados em vencer essa partida, sem levar em consideração o que passou”, confirmou Victor Oliveira.

O zagueiro paraense assegura, inclusive, que o propalado desgaste físico azulino pela viagem de ida e volta ao Espírito Santo em nada deve influenciar a partida. No clássico, tudo se igualaria. “Ninguém leva vantagem, quem souber jogar melhor, vai vencer”, comentou o jogador, que elogiou o gramado do Mangueirão após o sufoco que o Papão passou no pesado campo de Castanhal.

“O gramado, na minha opinião, está excelente. Independentemente de estar seco ou molhado será um grande jogo. Todos têm a noção da grandeza do clássico, da camisa do Paysandu. O clima está o melhor possível”, finalizou Victor.

(Tylon Maués/Diário do Pará)
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